Nesse espaço reivindico - na verdade, tomo como meu - um espaço para que eu volte a produzir. E se é pra produzir, que seja escrevendo, perdendo o medo, libertando a mente... falando!
As leis da "vida como ela é" me ensinaram, ao longo desses meus poucos-muitos anos de vida, que a lei da inércia funciona também na metáfora. Um corpo parado tende a ficar parado e um corpo em movimento tende a continuar em movimento - obrigada, Luiz Freitas, professor de física da vida! Isso não serve só pra você lembrar de segurar na frenagem do busú. Na vida, se você está parado, a tendência da preguiça te consumir e te prender num ciclo sem fim é muito maior do que se você estiver em atividade. Porque, pode reparar, sempre que você tem muita coisa pra fazer, dá-se um jeito pra fazer tudo. E quanto mais no ócio você está, mais gostoso é viver no ócio. E poxa, o ócio produtivo é importante, mas ele existe com muito mais saúde quando é resultado de um espacinho livre na agenda do que quando ele se torna uma rotina frequente.
Estou prestes a sair do ócio constante. Não que eu não tenha nada pra fazer, nem atividades que me ocupem. Mas o ciclo da paralisação - pela decepção, pelos momentos difíceis que tenho passado, pelo blá blá blá e mi mi mi pessoal, que muita gente acha que é baboseira, mas que eu sei o quanto pode afetar uma pessoa - me pegou de jeito e me deixou improdutiva.
Acho que o primeiro passo pra fazer um movimento em prol de si mesmo é reconhecendo a situação. O segundo passo é dar um passo. Espero que o mero fato de eu ter iniciado um blog, mesmo que ele ainda não tenha um enfoque, um invólucro bacana ou temática bem definida, seja um início pra o estímulo da escrita. Afinal, quem escolheu estudar pra ser jornalista optou ter a palavra como companheira constante. E é dela que me armo pra começar a encontrar minhas paixões na vida e falar delas.
A quem por ventura vier me acompanhar, saibam que a satisfação de escrever me supre, mas um olhar externo pra seguir comigo será sempre bem vindo!
As leis da "vida como ela é" me ensinaram, ao longo desses meus poucos-muitos anos de vida, que a lei da inércia funciona também na metáfora. Um corpo parado tende a ficar parado e um corpo em movimento tende a continuar em movimento - obrigada, Luiz Freitas, professor de física da vida! Isso não serve só pra você lembrar de segurar na frenagem do busú. Na vida, se você está parado, a tendência da preguiça te consumir e te prender num ciclo sem fim é muito maior do que se você estiver em atividade. Porque, pode reparar, sempre que você tem muita coisa pra fazer, dá-se um jeito pra fazer tudo. E quanto mais no ócio você está, mais gostoso é viver no ócio. E poxa, o ócio produtivo é importante, mas ele existe com muito mais saúde quando é resultado de um espacinho livre na agenda do que quando ele se torna uma rotina frequente.
Estou prestes a sair do ócio constante. Não que eu não tenha nada pra fazer, nem atividades que me ocupem. Mas o ciclo da paralisação - pela decepção, pelos momentos difíceis que tenho passado, pelo blá blá blá e mi mi mi pessoal, que muita gente acha que é baboseira, mas que eu sei o quanto pode afetar uma pessoa - me pegou de jeito e me deixou improdutiva.
Acho que o primeiro passo pra fazer um movimento em prol de si mesmo é reconhecendo a situação. O segundo passo é dar um passo. Espero que o mero fato de eu ter iniciado um blog, mesmo que ele ainda não tenha um enfoque, um invólucro bacana ou temática bem definida, seja um início pra o estímulo da escrita. Afinal, quem escolheu estudar pra ser jornalista optou ter a palavra como companheira constante. E é dela que me armo pra começar a encontrar minhas paixões na vida e falar delas.
A quem por ventura vier me acompanhar, saibam que a satisfação de escrever me supre, mas um olhar externo pra seguir comigo será sempre bem vindo!
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